• Londrina: (43) 3325-1291
  • Curitiba: (41) 3013-6291
  • Telêmaco Borba: (42) 3272-6255
  • Apucarana: (43) 3122-1010
  • Maringá: (44) 3029-6283
  • Tamarana: (43) 3398-1143
  • WhatsApp: (43) 99830-2514

Como planejar uma carreira sendo um profissional autônomo

1. Introdução

Todo profissional autônomo lida com dificuldades inerentes à sua carreira. Precificação do trabalho, gestão do tempo, planejamento financeiro e de aposentadoria são algumas delas. Não sem motivo, muitos trabalhadores preferem ser empregados a ter que gerir todas essas questões.

No entanto, podemos notar uma clara tendência do mercado em adotar a autonomia nas relações de trabalho, uma vez que manter funcionários pode ser muito custoso para a empresa. Para o profissional, os benefícios são a independência e o crescimento ilimitado, mas eles só podem ser conquistados por quem faz um bom planejamento de carreira.

Pensando nisso, preparamos este e-book para dar dicas de como planejar a carreira sendo um profissional autônomo. Formalização da atividade, planejamento administrativo e financeiro, estratégia de divulgação, captação de clientes e planejamento da aposentadoria são as práticas que devem ser adotadas com esse objetivo, e neste conteúdo nós vamos abordar cada uma delas.

Boa leitura.

2. Formalize sua atuação

Engana-se quem pensa que o profissional autônomo pode exercer sua atividade da forma como bem entender. Para quem está planejando a própria carreira, a formalização é imprescindível — e existem alguns caminhos para isso.

Se o profissional deseja trabalhar como pessoa física, deve procurar a prefeitura ou o estado em que atua para saber se é possível exercer sua atividade no local. Há impostos que são cobrados devido ao exercício da profissão, como o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência municipal, e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual.

Por conta dos tributos, esse profissional deverá emitir recibo de pagamento de autônomo (RPA) e, além dele, pode ser necessário o alvará de funcionamento, que deve ser obtido no órgão municipal responsável.

Por fim, o autônomo pode se cadastrar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) como contribuinte individual, optar pelo plano normal de contribuição, com alíquota de 20% sobre o salário de contribuição, ou pelo plano simplificado de contribuição, com alíquota de 11% sobre o salário mínimo.

2.1. Microempreendedor Individual (MEI)

Desde 2009, há uma modalidade mais prática de atuação, que é a formalização como Microempreendedor Individual (MEI). Para tanto, basta o trabalhador entrar no site do Portal do Empreendedor e realizar um cadastro online. Essa formalização não é burocrática e em poucos instantes o profissional obtém seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

Vale destacar, entretanto, que o MEI deve preencher alguns requisitos:

  • não participar como sócio, administrador ou titular de outra empresa;
  • contratar no máximo um empregado;
  • exercer uma das atividades econômicas previstas na Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional de nº 94/2011, que relaciona todas as atividades permitidas ao MEI;
  • não ter renda anual superior a R$ 81 mil — esse total costuma ser reajustado todos os anos.

A grande vantagem do MEI é o pagamento de uma baixa taxa mensal (em 2019, o valor é de, no máximo, R$ 55,90), que inclui a contribuição ao INSS e ISS ou ICMS. A única diferença quanto à Previdência Social é que o MEI não pode se aposentar por tempo de contribuição. Para ter direito a esse benefício, deve efetuar um recolhimento adicional.

Após formalizar sua atuação, o profissional autônomo deve fazer um planejamento administrativo e financeiro de sua atividade.

3. Trace um planejamento administrativo e financeiro da atividade

O profissional autônomo deve se considerar uma empresa. Qualquer negócio tem como primeira meta a organização e o planejamento do próprio trabalho e, para tanto, é preciso considerar ao menos duas frentes: administrativa e financeira.

Quando esses dois planejamentos são realizados, a atuação se torna mais natural e eficiente. É possível cumprir todos os compromissos com excelência, considerando os prazos de cada um, bem como crescer financeiramente e atingir o sucesso no seu nicho de atuação.

Para tanto, o trabalhador pode abusar da tecnologia: há muitos aplicativos e softwares gratuitos que contribuem para organizar a gestão do negócio. Agendas, aplicativos de produtividade e finanças são apenas algumas soluções que aumentam a eficiência da atividade.

O controle administrativo e financeiro é a chave para planejar a carreira, e o planejamento estratégico tem um papel especial nessa organização.

3.1. Planejamento estratégico

Você se considera um estrategista na gestão de sua atividade? Se a resposta for positiva, significa que você já tem algo necessário para fazer um bom planejamento estratégico. Mas o que vem a ser isso?

Esse é um instrumento que considera fatores externos e internos para definir objetivos e metas, bem como o caminho e as estratégias para alcançá-los.

De acordo com o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o planejamento estratégico “determina que a empresa desenvolva o seu conjunto de tarefas maiores, de maneira disciplinada e organizada, visando atingir objetivos que a levarão a um futuro melhor”.

Trata-se, em suma, de uma ferramenta de gestão que ajuda a conduzir a atividade empresarial e que responde a três perguntas principais:

  1. Onde estou?
  2. Para onde quero ir?
  3. Como chegar lá?

Para respondê-las, o profissional deve analisar o mercado de trabalho no local em que atua, definir objetivos e estratégias e elaborar um programa de ações.

Para complementar o planejamento estratégico, o profissional autônomo pode realizar periodicamente uma análise SWOT — sigla para os termos ingleses Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças).

Essa ferramenta é utilizada para analisar o cenário apontando os pontos fortes e fracos da atividade, bem como as oportunidades e fraquezas. Os pontos fortes devem ser reafirmados e os fracos contornados, enquanto as oportunidades devem ser exploradas e as fraquezas monitoradas, para que não coloquem em risco o exercício da profissão.

Feito o planejamento estratégico, é preciso realizar também o financeiro e o tributário para integrar o plano de administração.

3.2. Planejamento financeiro

Uma das grandes dificuldades do trabalhador autônomo é lidar com as finanças provenientes do exercício de sua atividade. Gerir mal o dinheiro do negócio pode ser uma deficiência decorrente de falta de conhecimento, mas também de desorganização pessoal.

Outro problema que esse tipo de profissional enfrenta é a imprevisibilidade dos rendimentos, uma vez que não é possível saber o valor exato que cairá na conta ao final do mês. Assim como há meses de prosperidade, há aqueles em que a demanda é muito baixa.

Além desse impasse, dois fatores também interferem na organização financeira: a inadimplência de clientes e a precificação dos serviços. Contudo, com o planejamento correto, todas as dificuldades podem ser amenizadas ou superadas.

Para planejar as finanças, você pode adotar as seguintes práticas:

  • separe as contas pessoais e profissionais: a confusão entre essas finanças pode levar ao endividamento e ao descontrole financeiro. Além disso, o autônomo que for pessoa jurídica e não possuir conta profissional pode deixar de fechar determinados contratos por conta disso;
  • liste todas as contas fixas: em uma planilha ou em aplicativos, liste todas as despesas fixas mensais (internet, aluguel de equipamento, água, luz etc.). Assim, é possível ter uma ideia de quanto você deve faturar para arcar com os custos básicos;
  • inclua os gastos variáveis, ainda que pequenos: para ter uma noção real de quanto se gasta mensalmente, inclua qualquer custo, ainda que pareça irrisório. Cafezinhos e gastos com transporte podem interferir de forma relevante no fim do mês;
  • defina um período para controlar o fluxo de caixa: documentar receitas e despesas de determinado período é uma boa forma de ter controle sobre as finanças;
  • invista no negócio: apesar de o investimento no início da carreira ser mais difícil, sempre tenha em mente que parte dos lucros deve ser destinada para alimentar o próprio negócio. Compra de equipamentos, apresentação de pessoal, reformas, tudo deve ser estimado;
  • seja cauteloso: com a imprevisibilidade dos ganhos, o trabalhador deve ser cauteloso ao gerir as suas finanças. Se você tem conhecimento de que as receitas são menores no fim do ano, por exemplo, é preciso “apertar o cinto” nos meses anteriores para suprir a falta e, assim, manter o equilíbrio financeiro;
  • tenha uma reserva financeira: as despesas de início de ano podem atingir o profissional autônomo de forma mais agressiva, também devido à imprevisibilidade de receita. Fique atento à reserva financeira para garantir o pagamento de todas as despesas. Ela também será necessária para o caso de o profissional ficar doente e impossibilitado de trabalhar.

Ao efetuar um mapeamento das despesas, o profissional autônomo terá mais facilidade de precificar os seus serviços. Sabe-se que a cobrança por hora pode não ser muito interessante, principalmente para pessoas que não têm disciplina com o horário.

Esse tipo de cobrança pode levar o profissional a se prejudicar em outros campos da vida, como a saúde, porque incute o pensamento de “trabalhar o máximo de horas por dia”.

Para driblar a dificuldade, pode-se realizar a cobrança dos serviços por projeto — nesse momento, é importante ter em mente o valor fornecido ao cliente. Preço e valor são coisas diferentes, mas conectadas. Se o seu trabalho muda a vida das pessoas, você fornece muito valor, e isso pode influenciar no preço.

3.3. Planejamento tributário

Ter uma organização tributária adequada é o que possibilita ao profissional autônomo diminuir os custos que incidem sobre a sua atividade. Planejamento tributário é uma estratégia legal, permitida por lei, que considera a atividade exercida para escolher o regime de tributação mais adequado a ela. Em suma, reduz a incidência de tributos.

Para realizar o planejamento, é preciso considerar o histórico financeiro da profissão, bem como a receita. Como vimos anteriormente, a formalização como MEI determina um valor mensal fixo que será pago para exercer a atividade. E um ótimo detalhe sobre essa categoria: não há necessidade de fazer declaração de imposto de renda de pessoa jurídica.

O MEI deve apenas emitir uma declaração simplificada diretamente no site, conforme as receitas auferidas no ano.

4. Defina seu nicho de atuação

Muitos trabalhadores exercem sua profissão em áreas que incluem diversos segmentos. Entretanto, nunca é recomendado exercer todos eles, uma vez que o mercado de trabalho valoriza mais profissionais especialistas do que generalistas.

É uma lógica bastante simples: ao precisar de um advogado para resolver um problema de consumidor, por exemplo, você busca um especialista em Direito do Consumidor. Isso funciona assim em qualquer área.

Por isso, definir um nicho de atuação é imprescindível na hora de planejar a carreira. Para escolher, considere alguns critérios importantes:

  • qual é o tamanho do mercado local, incluindo consumidores em potencial?
  • Quais são os pontos fortes e fracos dos concorrentes?
  • Qual é o tamanho da concorrência?
  • Qual é a projeção de rentabilidade?
  • Quais são os desafios da sua área de atuação no local?

A partir dessas respostas, o profissional escolhe um nicho de atuação e investe em qualificação nele.

5. Identifique seu público-alvo

Qual é o perfil de cliente que o profissional autônomo procura? Seus consumidores em potencial são empresas, governo ou pessoas físicas? Quais são as necessidades a serem atendidas?

Responder a essas perguntas ajudará na identificação do público-alvo, garantindo o direcionamento adequado do marketing e das estratégias de vendas do serviço ou produto oferecido.

Para definir corretamente esse direcionamento, é fundamental levar em consideração diversos fatores, como os econômicos, sociais, demográficos, entre outros. Ao selecionar o grupo que deseja atingir, o profissional será capaz de elaborar os métodos mais eficientes, impactando positivamente seu negócio.

A personalização do público é um fator de extrema importância para essa categoria de trabalhador, porque interfere no planejamento administrativo e financeiro, bem como nas estratégias de divulgação.

6. Estabeleça estratégias de divulgação

Quando você já sabe para quem está falando, é mais fácil definir as estratégias de divulgação. O primeiro ponto a ser considerado na hora de divulgar seus serviços é definir qual imagem você deseja passar, e isso tem tudo a ver com o seu público-alvo.

Se seu alvo é o governo local ou empresas, sua linguagem e apresentação serão mais formais. Já se os consumidores são pessoas físicas, pode ser necessário um toque de informalidade, que contribui para construir uma relação de confiança. Em todo caso, tenha sempre em mãos o histórico profissional e o relato de clientes antigos.

identidade visual e a marca são outros pontos importantes na hora da divulgação. O profissional que tem esses símbolos transmite mais autoridade para o cliente final. Ou você acha que um profissional que tem um site completo e outro que tem somente um cartão de visitas em papel simples têm as mesmas chances de contratação?

A construção da imagem é essencial na hora de divulgar, lembre-se sempre disso. Após defini-la, é preciso identificar quais canais de comunicação são mais eficientes para o seu trabalho.

Há quem utilize apenas o meio digital para a divulgação, especialmente as redes sociais. Elas se tornaram boas opções para negócios, mas devem ser utilizadas de forma estratégica. No mesmo sentido, blogs e sites servem para um bom posicionamento no mercado e construção de força da marca.

Com as estratégias de divulgação bem definidas, o primeiro passo para captar e fidelizar clientes já foi dado.

7. Capte e fidelize clientes

Um profissional de sucesso só consegue planejar a sua carreira se os seus serviços tiverem destinatários certos. Para captar e fidelizar clientes, é preciso investir em marketing. Sem ele, é quase impossível divulgar seus serviços, principalmente considerando a enorme oferta existente.

Muitos profissionais deixam esse tipo de investimento em segundo plano, considerando que o custo é alto. Entretanto, há estratégias de marketing mais atuais que fazem essa afirmação cair por terra.

A revolução tecnológica nos trouxe ferramentas que facilitam nosso dia a dia, inclusive no mercado de trabalho. No campo mercadológico, ela possibilitou a redução de custos das estratégias de divulgação.

Nesse sentido, é preciso destacar o papel do marketing de conteúdo.

7.1. Metodologia do marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é uma forma de divulgação digital, baseada no público-alvo e na produção de conteúdo relevante para ele. Em suma, funciona em três etapas: atração, consideração e decisão.

Na etapa de atração, o profissional autônomo traça uma estratégia para atrair potenciais consumidores. Em vez de utilizar o marketing tradicional e agressivo (um anúncio de jornal ou revista, por exemplo, que entrega a informação sem o leitor pedir), adota-se o inbound marketing.

Imagine que o seu cliente procure por serviços de decoração de interiores e esteja curioso sobre o tema, por isso, começa a pesquisar no Google práticas relacionadas a isso. “Como decorar a sala aproveitando a luz solar” pode ser um tema pesquisado, certo? Sabendo que seu público procura conteúdos dessa natureza, você entrega essa informação com textos ou vídeos em seu blog.

A partir daí, ele passa a considerar seu blog como uma referência confiável de conteúdos de seu interesse. Com isso, começa a pensar que o auxílio profissional pode ser uma boa ideia (estágio de consideração) e, por fim, procura você para solucionar seu problema (estágio de decisão).

Por esse motivo, a captação e fidelização de clientes é uma etapa importante ao planejar uma carreira de sucesso. Mas o que acontecerá quando você finalmente parar de trabalhar? Pode ser um desastre, caso não haja um planejamento de aposentadoria.

8. Planeje a aposentadoria

Planejar a aposentadoria como profissional autônomo pode ser uma tarefa difícil diante da imprevisibilidade dos rendimentos. A primeira medida para suprir as necessidades após o fim da vida laboral já foi mencionada anteriormente, que é a contribuição ao INSS.

Porém, sabe-se que os proventos de aposentadoria que vêm da Previdência Social não são suficientes para manter o padrão de vida conquistado durante o tempo de trabalho. Por esse motivo, o trabalhador deve considerar outras formas de garantir sua tranquilidade ao se aposentar.

Quanto mais cedo se poupar, menos problemas vão existir. Entretanto, muitos profissionais não conseguem fazer uma reserva significativa no início da carreira — nessa fase, há poucos clientes, o preço do serviço é mais baixo e é necessário fazer investimentos.

A poupança fica em segundo plano, e muitos autônomos começam a guardar recursos para a aposentadoria tardiamente.

Portanto, é preciso traçar um plano para lidar com a variação dos rendimentos e planejar a aposentadoria. Para isso, podemos indicar alguns pontos que precisam ser levados em consideração nesse processo.

8.1. Calcular o valor para a aposentadoria

Quando se é profissional autônomo, o plano de aposentadoria segue regras diferentes daquelas às quais estão sujeitos os trabalhadores que têm carteira assinada. É comum enfrentar dificuldades para calcular corretamente os valores e o tempo de aposentadoria, por isso, é importante planejar a carreira de forma direcionada.

Ao realizar um planejamento financeiro, você será capaz de traçar metas para ter a projeção de quanto você receberá em sua aposentadoria. Para isso, tenha em mente que quanto maior for o valor da aposentadoria, mais tranquilidade e segurança financeira você terá.

Planeje seus gastos e rendimentos futuros fazendo uma estimativa do valor que você ambiciona alcançar em sua aposentadoria e defina os meios de acumular toda a renda necessária para concretizar esse objetivo.

Investir parte dos seus ganhos também é uma boa estratégia para chegar ao valor planejado, apenas tenha atenção para que esses investimentos não comprometam o seu orçamento.

8.2. Contar com o apoio de um profissional

Conseguir planejar a carreira visando um bom plano de aposentadoria pode ser um problema para o profissional autônomo, principalmente devido às constantes mudanças na legislação previdenciária. Por isso, é importante contar com a assessoria de um profissional capacitado para auxiliá-lo nesse processo.

As diversas modalidades de aposentadoria são um desafio à parte, uma vez que fazer a escolha correta entre as inúmeras opções pode representar uma grande diferença no valor final do benefício — esse é mais um motivo para contar com o apoio de um especialista no assunto.

Ao escolher um profissional para auxiliá-lo no seu plano de aposentadoria, o trabalhador passará a contar com orientações direcionadas ao seu objetivo, sanando as dúvidas e trazendo mais clareza para seus atos durante essa trajetória.

8.3. Investir em previdência privada

Mesmo que você já contribua para o INSS, investir em um plano de previdência privada poderá ajudá-lo a complementar a sua renda no momento em que se aposentar.

Nesse caso, a previdência privada pode funcionar como uma espécie de poupança na qual o trabalhador deposita uma quantia determinada por mês. É possível escolher entre algumas modalidades de planos, como o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) e o Plano Garantidor de Benefício Livre (PGBL).

É preciso pesquisar bem e escolher um plano que atenda às suas necessidades. Por isso, nesse momento também é importante que o autônomo conte com o apoio de um profissional que possa ajudá-lo a avaliar os riscos e as taxas e escolher a melhor opção para seu perfil.

Profissionais habilitados e especializados no tema podem ajudar o autônomo a ter disciplina e organização para pensar no futuro. Eles considerarão os fatores mais importantes para essa tarefa: investimentos com bom rendimento, planejamento antecipado e consideração da expectativa de vida e da inflação ao longo dos anos. Assim, é possível evitar os erros mais comuns na hora de se planejar.

9. Conclusão

planejamento de carreira do profissional autônomo, quando feito corretamente, garante ao indivíduo sucesso no exercício de sua profissão. Para que ele seja eficiente, é preciso planejar todos os aspectos da atividade: regularização, administração, finanças, tributos, nicho de atuação, público-alvo, marketing, relacionamento com clientes e aposentadoria.

Com um plano completo, o profissional conseguirá ter êxito ao longo dos anos e desfrutará de uma aposentadoria tranquila.

Você gostou das nossas informações sobre planejar carreira sendo um profissional autônomo? Para receber outros conteúdos com temas interessantes como este, assine nossa newsletter e receba atualizações diretamente no seu e-mail!

10. Sobre a Marly Fagundes

A Advocacia Marly Fagundes tem princípios de trabalho importantes para o desenvolvimento de seus serviços, sendo eles a integridade, a honestidade, a transparência, a segurança, a qualidade, a eficiência e o respeito aos clientes e colaboradores.

Portanto, apresentamos resultados extremamente positivos no contencioso e na consultoria nas áreas de atuação e atendimento, visando sempre a agilidade no processo judicial. A preocupação do escritório é proteger a dignidade dos clientes e colaborar para as suas relações civis — seja dentro do Direito Previdenciário, seja nas demais áreas do Direito!

Compartilhe

Inscreva-se na nossa newsletter!

Artigos relacionados

All articles loaded
No more articles to load